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Arinto dos Açores e os diferentes métodos de vinificação

Arinto dos Açores: casta autóctone e única

Arinto dos Açores é a casta mais importante do arquipélago dos Açores. É uma casta autóctone e única no mundo, sendo apenas cultivada nos Açores e está intrinsecamente ligada à história e cultura vitivinícola da região.

A casta Arinto dos Açores é, das três castas tradicionais cultivadas no Pico (para além de Verdelho e Terrantez do Pico), a mais resistente às intempéries, evidenciando maior capacidade de produção aliada a uma qualidade enológica semelhante ou até superior à da Verdelho.

A sua origem mantém-se por descobrir, no entanto, recentes estudos apontam para que seja descendente da casta Verdelho e irmã da Terrantez do Pico

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Arinto dos Açores Sur Lies 3 Colheitas

O Sur Lies é produzido apenas a partir das segundas prensas, mais pesadas, em que se aperta mais as uvas, tendo por isso mais contribuição da casca e consequentemente mais sais, salinidade do solo. Apesar de consideradas pela maioria dos produtores como piores que as primeiras por terem um nível de acidez mais baixo e ph mais alto, aqui nos Açores temos acidez de sobra para balançar com o nível mais intenso das segundas prensas, acentuado ainda pela fermentação sobre borras.

Este Arinto dos Açores combina o Sur Lies das colheitas 2018, 2019 e 2020.

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Arinto dos Açores Solera

O vinho elaborado em método Solera, em que a colheita seguinte atesta a anterior sem qualquer remoção de borra. 

Em modo Solera de 4 anos, o resultado é um Arinto dos Açores tridimensional com a expressão da casta, da acumulação de borra fina e da combinação de quatro colheitas. Perfil mais iodado e complexo, sem deixar de ser fresco e mineral.

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Da Pedra se fez Espumante Nº2

Produzido através do método tradicional sem qualquer dosagem a partir de Arinto dos Açores.

A primeira fermentação ocorre de forma espontânea em cuba e a segunda fermentação ocorre na garrafa, conservando o gás resultante do processo. Estágio de 36 meses sur latte, que consiste no armazenamento de garrafas empilhadas de lado, para depois ser feito o dégorgement (retirar as borras das garrafas e voltar a selar o vinho).

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