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Portugal é um pequeno país com grande tradição vitícola. Apresenta um total de 14 Regiões Vitivinícolas e 31 denominações de origem (DO). De norte a sul do país encontramos nas regiões de Portugal, vinhedos e a cultura do vinho. Cada região apresenta o seu clima, solo, castas e tradições.

As regiões Vitivinícolas de Portugal são:

  • Região do Vinho Verde;
  • Região de Trás-os-Montes;
  • Região do Douro, Região Távora-Varosa;
  • Região do Dão;
  • Região da Bairrada;
  • Região da Beira Interior;
  • Região de Lisboa, região do Tejo;
  • Região da Península de Setúbal;
  • Região do Alentejo;
  • Região do Algarve;
  • Região Madeira;
  • Região do Açores.

 

Regiões Vitivinícolas de Portugal

Região dos Vinhos Verdes

Região dos Vinhos Verdes (Minho)

Região mais norte de Portugal junto ao litoral, que apresenta a temperatura média anual menor de todas as regiões vitivinícolas e a maior precipitação anual. É conhecida por Vinho verde devido ao seu clima e solo que dificulta a maturação das uvas, tornando-as mais verdes. Existem nove sub-regiões com denominação de origem (DO): "Amarante", "Ave", "Baião", "Basto", "Cávado", "Lima", "Monção", "Paiva" e "Sousa".

Região de Trás-os-Montes

Região de Trás-os-Montes

Entre a fronteira com Espanha e a região do Minho, a norte de Portugal, encontra-se a região de Trás-os-Montes. Os solos da região são uma combinação de xistos e granitos. As amplitudes térmicas são elevadas e as vinhas podem estar plantadas nos planaltos ou em montanhas com diferentes altitudes. Na Zona Norte da região encontra-se a denominação de origem Trás-os-Montes com as suas sub-regiões Chaves, Valpaços e Planalto Mirandês.

Região do Douro

Região do Douro

A região demarcada do Douro é a mais antiga região de Portugal e do mundo a ser regulamentada e delimitada geograficamente. Em 1756, a demarcação serviu para regulamentar a produção de vinho fortificado - vinho do Porto. Nos dias de hoje abrange não só a produção de Vinho do Porto como a produção de vinho DOC - Denominação de Origem Controlada, dos vinhos do Porto e Douro. Divide-se em 3 sub-regiões: Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, num total de 250 mil hectares. 

Região de Távora-Varosa

Região de Távora-Varosa

A região de Távora-Varosa faz fronteira com a região do Douro e a região do Dão. Esta região que fica situada no sopé das encostas da Serra da Nave, entre os rios Paiva e Távora e apresenta a Indicação Geográfica, IG "Terras de Cister" e a Denominação de Origem, DO "Távora-Varosa". A região de Távora-Varosa é uma pequena região de vinhos, mas muito afamada pela produção de vinhos espumantes de grande qualidade. 

Região do Dão

Região do Dão

A zona geográfica da região do Dão outrora designada como Beira Alta, está situada no centro de Portugal, num enclave montanhoso, que constitui uma barreira física importante às massas de humidade do litoral bem como aos ventos continentais. A região do Dão é conhecida pelas suas vinhas plantadas em altitude entre os 400 e os 800 metros, os solos são graníticos de baixa fertilidade. A casta branca mais tradicional da região é o Encruzado e a tinta a Touriga Nacional, autóctone da região.

Região da Bairrada

Região da Bairrada

A região da Bairrada estende-se desde o Minho até ao norte da Estremadura, os solos são pobres e variam entre arenosos a argilosos. Geralmente, as vinhas encontram-se plantadas nos solos franco-argilosos ou franco-arenosos. A região da Bairrada apresenta uma amplitude térmica alta com invernos frios e verões muito quentes que são temperados com a proximidade da região à costa atlântica.

Esta proximidade ao mar é o que confere aos vinhos da região da Bairrada uma grande frescura e mineralidade. A casta rainha é a Baga, uma casta tinta de cor ligeira e grande profundidade. Com esta casta fazem-se os grandes espumantes da bairrada e os famosos vinhos tintos de alta textura e acidez.

Região de Lisboa

Região de Lisboa

A área de produção de Indicação Geográfica da região de Lisboa abrange todos os concelhos da faixa atlântica a Norte do estuário do Tejo, confinando a Norte com a Beira e a Leste com o Ribatejo. Os solos são, geralmente, argilosos e arenosos e o clima é temperado. A precipitação é baixa relativamente às outras regiões vitivinícolas do centro de Portugal, e apresenta uma grande proximidade ao mar, em algumas das suas sub-regiões.

Na zona Sul da região de Lisboa encontram-se as três Denominações de Origem: Bucelas, Carcavelos e Colares. Na parte central da região, encontramos as Denominações de Origem "Alenquer", "Arruda", "Torres Vedras" e "Óbidos". A região de Lisboa é muito conhecida pelo seu Arinto de Bucelas pelos Castelões das Lezírias e pelo seu Licoroso de Colares.

Região do Tejo

Região do Tejo

Encontramos na região do Tejo três zonas distintas de produção, conhecidas como: o campo, o bairro e a charneca. O campo, com as suas extensas planícies, adjacente ao Rio Tejo, é também conhecido como a Lezíria do Tejo. Esta zona está sujeita a inundações periódicas e é por excelência a zona dos vinhos brancos, onde a casta Fernão Pires é rainha.

O bairro, situado entre o Vale do Tejo e os contrafortes dos maciços de Porto de Mós, Candeeiros e Montejunto, com solos argilo-calcários em ondulados suaves, é a zona mais utilizada para as castas tintas, nomeadamente a Castelão e a Trincadeira. A charneca, localizada a sul do campo, na margem esquerda do Rio Tejo, apresenta-se com solos arenosos e medianamente férteis, e se por um lado determina rendimentos abaixo da média da Região, por outro lado induz a um afinamento, quer de vinhos brancos, quer de vinhos tintos.

Região da Península de Setúbal

Região da Península de Setúbal

A região da Península de Setúbal encontra-se situada no litoral Oeste, a Sul de Lisboa. O clima é misto, subtropical e mediterrânico, influenciado pela proximidade do mar, pelas bacias hidrográficas do Tejo e do Sado, e pelas serras e montes que se situam na região. Assim, tem fracas amplitudes térmicas e um índice pluviométrico que se situa entre os 400 a 500 mm. É na região da Península de Setúbal que se produz o famoso e tão apreciado Moscatel de Setúbal.

Região do Alentejo

Região do Alentejo

A região de vinhos do Alentejo compreende toda a faixa abaixo do rio Tejo até à serra Algarvia, praticamente um terço do país. Numa região de planícies a perder de vista, sem grandes acidentes orográficos, destacam-se apenas as serras de S. Mamede (1025m), a serra d’Ossa (650m) e a serra de Portel (421m).

O clima é quente e seco com características continentais e influência mediterrânea. O número de horas de sol anual ronda as 2000h/ano, o que favorece a maturação das uvas e acumulação de açúcares e a matéria corante na película dos bagos. Os solos são muito heterogéneos de argila, calcário, granito ou xisto.

A região divide-se em 8 sub-regiões: Portalegre; Borba; Redondo; Vidigueira; Reguengos; Évora; Granja-Amareleja e Moura. 

Região do Algarve

Região do Algarve

A região do Algarve é a região vitivinícola mais a sul de Portugal. Os vinhos do Algarve DOC - Denominação de Origem Controlada, são produzidos em 4 sub-regiões: Lagos, Portimão, Lagoa e Tavira, onde os vinhos regionais podem ser produzidos em toda a região.

A proteção contra os ventos de norte, pela Serra algarvia, as cerca de 3000 horas de sol anuais e a proximidade ao mar, com cerca de 200 km de costa atlântica, caracteriza de forma marcante a região vitivinícola do Algarve. A casta tradicional da região do Algarve é a Negra Mole, a segunda casta mais antiga de Portugal e autóctone da região Algarvia. 

Região da Madeira

Região da Madeira

A região da Madeira apresenta um clima ameno e terrenos saibrosos de solos vulcânicos e basálticos. A ilha encontra-se regada de vinhas, alterando a paisagem drasticamente. No minifúndio, muito parcelado e valorizado em larga medida por uma policultura bastante intensiva e variada, as vinhas encontram-se, geralmente, dispostas em latadas ou ramadas, à semelhança das vinhas encontradas na região do Minho. Os vinhos licorosos da Madeira são os vinhos mais conhecidos.

Região dos Açores

Região dos Açores

Em pleno Oceano Atlântico, a 1600 km do continente, num arquipélago com 9 ilhas nascem os vinhos dos Açores. Graciosa, Pico e Biscoitos são as três sub-regiões demarcadas. 

A natureza dos solos vulcânicos e o clima profundamente marítimo imprimem aos vinhos dos Açores uma identidade única e exclusiva, irreplicável noutro lugar. 

O clima é ameno e muito húmido durante todo o ano, com mudanças repentinas. Fruto de uma viticultura in extremis, as vinhas resistem à salinidade, ventos, ausência de solo, grande proximidade ao mar e água salobra. As castas brancas autóctones dos Açores são: Arinto dos Açores e o Terrantez do Pico.

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