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Os Paulistas 2020 e a vinha Chão dos Eremitas
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Depois do sucesso da primeira edição "Os Paulistas 2018" com a mais alta pontuação do Alentejo, na Revista de Vinhos (19/20), e a edição "Os Paulistas 2019" conquistar a mais alta pontuação de sempre da região do Alentejo  tanto na Robert Parker's Wine Advocate (97/100) como na Jancis Robinson (18,5+/20) na revista V Grandes Escolhas (19/20)... Lançamos a tão aguardada colheita  de Os Paulistas 2020!

Os Paulistas do Chão dos Eremitas, nome dado aos Eremitas da ordem de São Paulo que faziam há tanto tempo neste local o seu vinho, que se perdeu essa data nas memórias. No entanto a Bula Papal de 1397, isenta “Os Paulistas” de impostos nas suas vinhas, demonstrando a importância deste local. 

As uvas, também são de outro tempo, plantadas em 1970, a Tinta Carvalha, o Moreto, o Castelão, o Alfrocheiro e a Trincadeira, demonstram que existiu um outro Alentejo, sem rega e sem castas melhoradoras. 

Um Alentejo que vale a pena recuperar, é esse o nosso tributo aos Paulistas. Foram produzidas 4 999 garrafas numeradas.

Vinha Chão dos Eremitas

Ano de plantação da vinha: 1970

Altitude: 256-267m

Solos: Granitóides com forte presença de calcário ativo, sendo o ph do solo ligeiramente básico.

Dois riachos trazem as águas das chuvas da Serra mantendo o chão fresco no tórrido calor alentejano, nunca baixando o nível freático da água abaixo dos 5 metros, deste modo não existe necessidade de rega para o bom desenvolvimento das uvas. 

História: Era aqui que antigamente se plantava a vinha, o local era conhecido como o Chão dos Eremitas, “Chão“ termo antigo para zona plana, e dos “Eremitas” referente aos monges Eremitas da ordem de São Paulo. Aqui existem provas da produção ininterrupta de vinho desde o séc. XIV, a vinha teve tal importância que uma Bula Papal em 1397 isenta os “Pauperes Eremitas” de pagar tributos (impostos) nas suas vinhas. Mas a arqueologia vai mais longe, pois a descoberta da única ânfora de vinho fenícia do interior do País, que data do séc. VIII a.C, liga este local ao vinho cerca de 900 anos antes da chegada dos Romanos, no que são 3,000 anos de história ligado ao vinho. 

Proteger o Património

Chão dos Eremitas, uma reserva natural de castas desaparecidas

 

No seguimento do trabalho realizado noutras regiões, na reabilitação de castas extintas, António continua aqui a sua missão.  Uma missão de conservação e recuperação de castas perdidas e de descoberta de um antigo Alentejo, hoje quase desaparecido. Estas castas foram desaparecendo por terem pouca cor e baixa graduação alcoólica que tanta falta faz a um Alentejo cada vez mais quente. 

Aqui, no Chão dos Eremitas, conservamos um dos poucos reservatórios destas castas quase extintas: Alicante Branco, Trincadeira-das-Pratas e Tinta Carvalha, para que um dia existam e que possam regressar ao seu lugar merecido no blend das grandes castas alentejanas.

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