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Guia para um Clássico: Maçanita Tinto 2022

A fórmula para a nova colheita de um dos nossos clássicos, o Maçanita Tinto, no essencial, está resumida nesta imagem. Um caminho que começa no Douro, nas suas sub-regiões, na escolha e recuperação das vinhas em altitude, na vindima manual e em todo o processo de vinificação. 

1º Passo: Região do Douro

Entre as acentuadas encostas do rio Douro e dos seus afluentes nascem os vinhos do Douro. A região demarcada do Douro é a mais antiga região de Portugal e do mundo a ser regulamentada e delimitada geograficamente. 

Em 1756 a demarcação serviu para regulamentar a produção de vinho fortificado - vinho do Porto. Nos dias de hoje abrange não só a produção de Vinho do Porto como a produção de vinho DOC - Denominação de Origem Controlada, dos vinhos do Porto e Douro. O Douro bem como os vinhos do Douro espelham a coragem e determinação do homem. Onde, perante recursos limitados e condições desfavoráveis, a persistência prevalece.

2º Passo: As sub-regiões do Douro

Vinha Cima Corgo - Maçanita Vinhos />

Divide-se em 3 sub-regiões: Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, num total de 250 mil hectares. 

As altitudes das sub-regiões do Douro desempenham um papel crucial nas características dos vinhos. Cada uma delas, agrega condições únicas de altitude, solo e clima, contribuindo para a diversidade e complexidade dos vinhos do Douro.

As uvas do Maçanita Tinto são das nossas vinhas do Baixo Corgo e Cima Corgo, onde a altitude varia entre os 100 e 400m. 

As vinhas do Baixo Corgo, são geralmente mais frescas, pois esta sub-região encontra-se mais perto da costa e com maior influência Atlântica. Enquanto que, As vinhas do Cima Corgo, são mais temperadas e estão situadas no coração do Douro, onde a influência Atlântica é equilibrada com a influência Continental, com solos xistosos e afloramentos graníticos.

3º Passo: As vinhas e as suas uvas

O Maçanita Tinto representa, para nós, a imagem do Douro nas suas vertentes totais, assim sendo as vinhas que selecionámos representam uma viagem a um Douro antigo e em recuperação, as vinhas velhas, e um Douro mais reconhecido, de vinhas mais novas e junto ao rio.

Vinha Cima Corgo - Maçanita Vinhos />

Destas vinhas, junto ao rio, a Touriga Nacional (55%) ganhou fama por ser uma casta de eleição para os blends do vinho do Porto, nela procuravam o seu perfil floral, cor intensa azulada e muito rica em taninos que confere ao vinho do Porto textura, volume e densidade. 

Das vinhas velhas, estão representados 25% neste clássico, num blend de castas do Douro perdido, num blend de mais 20 castas. A casta Sousão, uma casta tintureira, também designada na região dos Vinhos Verdes como Vinhão, produz vinhos mais carregados de cor intensa, possuindo a capacidade de soltar cor da película para o mosto onde macera.

4º Passo: A vinificação

Maçanita Tinto />

Na vinha, as uvas são escolhidas colhidas à mão e transportadas em caixas de 18kgs.

Chegadas à adega, desengace sem esmagamento, ou seja, apenas estalar o bago e enchimento por gravidade. Pré-maceração a frio, entre os 10 e 14ºC, fermentação espontânea.

Estágio 100% cuba de inox durante 12 meses.

Lançamento: 35 000 garrafas em janeiro 2024.

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