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Na Fitapreta a produção de vinho tinto segue uma ideologia transversal a toda a produção de vinho, uma postura não interventiva, respeitadora do terroir e da história com forte foco no futuro e no que ainda não foi explorado. Uma simbiose entre o que já foi feito e que ficou para história e o que ainda há para descobrir neste vasto mundo da produção de vinho tinto. 

 

Processo de produção de vinho tinto

O processo de produção de vinho tinto na Fitapreta engloba várias etapas:

  1. Seleção da uva;
  2. Desengace e esmagamento da uva;
  3. Fermentação espontânea;
  4. Maceração;
  5. Estágio.

O processo de produção de vinho tinto procura respeitar todo o terroir e história do Alentejo, a Touriga Vai Nua, que procura mostrar a Touriga Nacional na sua versão mais pura, apenas com um estágio em inox, para que a sua componente aromática não seja alterada pela madeira e também com um estágio de apenas 6 meses, para que toda a aromática primária se mantenha.  

O processo de produção de vinho tinto, tem as suas linhas gerais, no entanto cada vinho tinto tem a sua alma e, portanto, o seu processo de criação não é igual.

 

Escolha à Mão 

A escolha da uva à mão é uma das etapas mais importante no processo de produção do vinho tinto. Na Fitapreta, os enólogos e viticultores são parceiros de igual importância para a produção de vinho. Vinho de alta qualidade só é possível com o resultado da capacidade humana interagindo com a natureza nas três fases: criação, transformação e conservação da uva que começa na vinha e termina quando uma garrafa de vinho é aberta.

A primeira etapa na adega é a escolha da uva, nesta etapa, a adega e os enólogos têm que selecionar à mão as uvas que se encontram em condições perfeitas de maturação e sanidade e excluir as uvas que não atingem o critério de qualidade para os vinhos tintos da Fitapreta.

 

Desengace e esmagamento suave

O desengace e esmagamento suave das uvas não é mais do que a separação do engaço e de seguida o esmagamento da uva para dentro de um tanque de fermentação. O objectivo do desengace e esmagamento suave consiste na libertação do sumo de uva sem rasgar o tecido da planta verde, que poderá dar sabores vegetais indesejados.

A habilidade está em definir a velocidade ideal e aperto do desengaçador, que varia de acordo com cada lote de uvas.

As castas tintas não têm todas a mesma dimensão de bago e resistência ao esmagamento. Assim para cada uva o sistema tem de ser regulado para que o desengace e esmagamento suave seja o mais correto para cada casta, criando vinhos tintos que são uma expressão de fruta e do seu terroir.

 

Fluxo de gravidade

O fluxo de gravidade é a forma correta de deslocação das massas (conjunto da película, grainha e polpa da uva), o bombeamento do mosto não é permitido!!! Para evitar contusões ou rasgar as peles muito frágeis na Fitapreta utiliza-se apenas a gravidade e nunca bombas. A utilização de bombas de massas ao invés do fluxo de gravidade promove a extração de aromas desinteressantes e compostos fenólicos verdes. As uvas esmagadas são transferidas para a cuba de fermentação por um tapete elevatório.

 

Fermentação natural

Na fermentação natural de vinhos tintos, a população de leveduras indígenas inicia a fermentação espontânea. A falta de controle nesta fase é o mais arriscado da fermentação natural. Nas inoculações artificiais o terreno é mais seguro garantindo o crescimento e desenvolvimento das leveduras, no entanto o prémio de uma fermentação natural são vinhos com maior complexidade aromática. A temperatura de fermentação natural nunca ultrapassa os 27ºC e as remontagens são conduzidas de uma forma que maximize o contacto com o ar e uma maior estabilidade de cor no vinho tinto.

 

Extração controlada

Durante a fermentação e após a fermentação inicia-se um processo de extração controlada. A maceração pós-fermentativa ou cuivason é considerado como uma das ferramentas de vinificação essenciais da Fitapreta Vinhos, uma vez que permite a extração de taninos mais prolongada. A degustação diária determina a duração do tempo de maceração. 

 

Prensas

As prensas são o resultado da prensagem suave das massas. A prensagem é um importante passo da enologia dos vinhos tintos. O vinho que resulta da prensagem designa-se vinho de prensas. O princípio da prensagem é relativamente simples: pressionar as películas e extrair todos os elementos que podem contribuir positivamente para o preenchimento do paladar do vinho tinto final, sem extrair componentes herbáceos e amargos.

 

Seleção de barricas

A seleção das barricas inicia-se com a escolha do melhor tipo de madeira para o vinho tinto que se tem em mãos. Existem diferentes tipos de carvalho que são utilizados na produção de vinhos tintos: carvalho francês, carvalho americano, carvalho de leste e carvalho português. No caso dos vinhos tintos da Fitapreta, o carvalho francês é dominante existindo também carvalho português. A seleção das barricas varia consoante: floresta, grão da madeira, tipo de tosta e volume da barrica.

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